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Laura Navarro

Escritora e estudante de jornalismo, com experiência em SEO e mídias sociais. Fascinada por moda vintage, pelo outono, por shoegaze e pela Hilda Hilst

Sobre mim

Comecei a escrever aos doze anos e nunca mais larguei a escrita, tendo dois livros publicados pela Editora Patuá. Por isso, resolvi cursar jornalismo. Como dito acima, meus focos são majoritariamente culturais, envolvendo literatura contemporânea, música alternativa, moda vintage e exposições de arte. 

Neste portifólio, disponibilizo duas abas. Uma para meu trabalho enquanto jornalista - o que inclui resenhas, matérias, entrevistas e textos que fiz em meu blog. E, outra, para meu trabalho enquanto artista, em que apresento alguns poemas, contos, algumas declamações para o Coletivo Senhoras Obscenas e informações sobre meus dois livros (incluindo uma resenha feita para o Estadão do mais recente, Natasha) 

Laura Navarro desponta como promessa literária com 'Natasha' - Aliás

Resenha do meu segundo livro, "Natasha"
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Warmest Winter: Melancolia e Romances Incuráveis

Combinando elementos do shoegaze, do noise-rock característico dos anos 90 com uma ausência de fé típica da nossa década, a carioca Warmest Winter é uma banda que merece ser mais reconhecida, principalmente na cena alternativa. Talvez pareça uma presunção típica de fã falar isso, mas acredito que o grupo concretizou a principal função da arte no nosso tempo: elaborar um trabalho que apresente criticidade. Em caso como os dele em que ela se apresenta de forma pouco explícita, explorando de forma
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O frágil toque dos mutilados

Essa é uma das frases de efeito que finalizam, com louvor, o romance psicológico de Alex Sens. Para vocês terem noção O Frágil Toque dos Mutilados foi premiado com o Prêmio Governo de Minas Gerais em 2012, quando era ainda apenas um esboço. O livro trata de uma família extremamente problemática, composta por três irmãos: Magnólia, que poderia ser considerada a protagonista, portadora de Transtorno de Personalidade Borderline, o que explica o fato de às vezes ser um tanto ácida, desagradável e in
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DEATHCOUNSCIOUSNESS – A CATARSE EM MESCLAR AGONIA E DEUS

Em se tratando de música, talvez eu não seja a maior especialista – por enquanto – , entretanto, eu tinha um estilo bem definido até então: gostava, e ainda gosto de distorções de guitarra, o que elenca um toque psicodélico e até místico, e vozes suaves. E, apesar de Deathcounsciousness apresentar, sim, certa distorção – e até mesmo uma certa cacofonia em suas melodias – os musicistas da banda, Tim Macuga (um conhecido experimentalista de black-metal no projeto “Navhalr”) e Giles Corey, conseguiram combinar essas sonoridades por vezes desagradáveis de forma que se tornassem harmônicas e até prazerosas. Além disso, as letras apresentam um teor por vezes existencialista ou até niilista, como podemos ver em “Holy Fucking Shit: 40,000”:
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